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segunda-feira, 18 de abril de 2011

contra a queda do cabelo

A cura para a perda de cabelo disponíveis no mercado tem um único efeito colateral, ele pode causar a "ginecomastia". O que significa isto? Significa a capacidade de crescer seios. No entanto, este efeito colateral preocupante cassará quando parar a ingestão da medicação. Propecia, por exemplo, foi desenvolvida para tratar a leve perda de cabelo nos homens. Aquelas falhas no alto da cabeça e do meio da frente da cabeça. Ficou provado que a droga propecia, finasteride, aumenta a testosterona e estrogênio, reduzindo seus níveis séricos de DHT. O aumento nos níveis de estrogênio cria um efeito colateral chamado ginecomastia, ou aumento de mama, em alguns homens, juntamente com aumento da gordura corporal e perda da libido. Quando for comprar o remédio já passa no shopping e pega um soutien. Você entrará para o grupo dos -UDO, (cabeludo, peitudo etc).

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Sexo sem Tabus

estes são sinais dos tempos






Masturbação Feminina


Se não sabem nada sobre este assunto, não se envergonhem. Nem as mulheres "parecem" saber! Porquê? Porque a masturbação é assunto proibido entre elas. Não que elas não se masturbem. Simplesmente não confessam. Elas simplesmente ficam vermelhas, enroladas, caladas, nervosas...
Muitos homens reagem muito mal à situação de ter uma mulher a masturbar-se ali ao lado dele. Isto faz muito mal para certos egos, sabiam? Mas é bom que eles fiquem a saber que os seus fabulosos pénis não são em absoluto a única fonte de prazer das mulheres. Muito pelo contrário. Na hora do sexo solitário, a maioria das mulheres não faz rodeios: usam a estimulação do clitóris.
Voltando às fontes de prazer, posso afirmar que a masturbação é uma fonte regular de prazer também das mulheres. E que mesmo tendo namorados e maridos elas podem-se masturbar. Porquê? Pelas mesmas razões que o homem se masturba.
Então vamos às maneiras mais comuns de masturbação feminina:
O jacto do bidé é famoso. Soube de uma mulher que, antes de se hospedar num quarto de hotel ou de alugar um apartamento, dá uma olhada no banheiro e confere o jacto do bidé. É quase um animalzinho de estimação para ela... Nesse caso, ela senta-se em cima do jacto e estimula o clitóris. Dependendo da força, dá para ter orgasmos muito intensos em apenas dois minutos.
O chuveirinho também serve para a mesma coisa. Mas tem que se tirar o chuveirinho e apertar a boca da mangueira, para aumentar a força da água.
Outro meio muito conhecido pelos homens é o dedo, que deve ser passado de uma lado para o outro sobre o clitóris, em movimentos circulares e quando estiver perto do clímax em ritmo rápido .
Mas um meio que os homens geralmente não conhecem é o travesseiro. Ele é muito útil para pressionar o clitóris. Pode facilmente entender este prazer ao lembrar-se do que sente ao fazer uma pressãozinha sobre o pénis. Na falta de travesseiro, serve qualquer outro objecto que exerça pressão, como a quina de uma mesa. Como usar o travesseiro? Deitada, com ele entre as pernas, pressionado de encontro ao colchão. Ou de lado, mexendo os quadris. Há também as variações: de joelhos ou de pé. Segundo entrevistas relatadas no livro Relatório Hite, uma das formas mais comuns de masturbação feminina parece ser de pé: Em pé, com o travesseiro entre as pernas e balançando os quadris de forma a roçar o clitóris no travesseiro e fazer pressão sobre ele quando ela quiser.
As mulheres que têm coxas grossas conseguem estimular o clitóris cruzando as pernas com força. Pode-se masturbar deitada de lado, comprimindo o clitóris com as coxas e colocando o dedo na vagina, com a mão vindo por trás, naturalmente.
As mulheres mais passivas usam o dedo ou o bidé. Já aquelas que gostam de sexo mais activo preferem o travesseiro, porque isto exige um movimento de quadris muito parecido com o movimento que um homem faz para ter relações na posição "tradicional" ou de pé.
Vibradores: Não pensem que um vibrador em forma de pénis é para ser usado só na vagina. Para tirar melhor partido dele é colocado sobre o clitóris para levar a mulher ao prazer intenso e inigualável em apenas poucos segundos (é claro, dependendo da intensidade da vibração).
Há mulheres que podem colocar coisas na vagina ou no anus para excitá-las mais. São os chamados consolos, que são objectos cilíndricos em forma de pénis. A brincadeira pode demorar muito nessa de entra e sai, até nos dois lugares ao mesmo tempo. Só que o orgasmo na masturbação geralmente é atingido com algum tipo de estimulação do clitóris, como os citados aí acima.
Estes são os métodos tradicionais. Nos sex shops existem alguns meios modernos e techs de masturbação, como um sugador de clitóris, que funciona a vácuo.
Gostariam de ajudar a vossa mulher a ter prazer? Não ofereçam um travesseiro, porque ela não vai aceitar. Algumas aceitam o vibrador, mas os homens insistem em querer usá-lo como um pénis. Se quiserem mesmo ajudar, coloquem o dito vibrador sobre o clitóris dela. Ou melhor, perguntem do que ela mais gosta.
Na verdade a maioria das mulheres não quer ajuda para se masturbar, porque podem fazer isto muito bem sozinhas. Sem falar que a maioria sente vergonha de fazer isto na frente de outra pessoa. É que na hora da masturbação as fantasias são às vezes inconfessáveis. Então, na hora do sexo a dois, se quiserem excitá-la mais, usem o dedo para ajudá-la a ter prazer enquanto a penetram. E o sexo oral para excitá-la e para levá-la ao orgasmo.
E tem uma coisa que não agrada a muitos homens: a melhor maneira de agradar a uma mulher, se ela só atinge o orgasmo com o sexo oral, é fazer isto DEPOIS DE VOCÊS ATINGIREM O ORGASMO. Porque depois de ela ter o orgasmo com a língua, o normal é não ficar com disposição para o vosso pénis. Não pensem que só os homens querem virar-se para o lado e dormir depois do orgasmo. As mulheres que têm orgasmos com o sexo oral muitas vezes também gostariam de fazer isto, era só os homens deixarem.
Mais um detalhe: diferentemente dos homens, as mulheres não costumam masturbar-se a olhar para fotos. Podem até se excitar com fotos ou vídeos, mas na hora da masturbação elas costumam fechar os olhos e partir numa viagem só delas

terça-feira, 12 de abril de 2011

Associação Nacional da Masturbação

A Associação Nacional da Masturbação é uma entidade sem fins lucrativos, promotora de assistência social, de natureza erótica, orgásmica, educativa e cultural. A sua finalidade é traduzir, produzir e distribuir prazer, e prestar assistência sexual aos mais necessitados.

A Masturbação é um instrumento de transformação espiritual e social, além de fonte de conhecimento e educação. Base cultural e do pensamento filosófico de toda a cultura nacional, o acto masturbinico contém, ainda, valores épicos capazes de auxiliar na construção de uma sociedade mais justa, pacífica e tarada.

Tendo como base esses princípios, a ANM tem a missão de:

"Promover, sem fins lucrativos, a difusão da Masturbação e sua mensagem como instrumento de transformação espiritual, de fortalecimento dos valores épicos e imorais e de incentivo ao desenvolvimento humano, nos aspectos espiritual, educacional, cultural e social, de âmbito nacional."
obrigadinho :)
socio numero 1 : eu
sócio numero 2: a atribuir

segunda-feira, 11 de abril de 2011

31 maneiras de dizer te amo




Africano: Ek is lief vir jou
Albanês: Te dua
Alemão: Ich liebe dich
Árabe: Ohiboke
Armênio: Yes kez sirumen
Búlgaro: Obicham te
Cantonês: Ngo oi ney
Coreano: Dangsinul saranghee yo
Dinamarquês: Jeg elsker dig
Eslovaco: Iubim ta
Espanho: Te amo
Esperanto: Mi amas vin
Francês: Je taime
Grego: Sayapo
Hebraico: Ani ohev otach
Holandês Ik hou van jou
Húngaro: Szeretlek teged
Iídiche: Ich libe dich
Inglês: I love You
Iuguslavo: Ja te volim
Iraniano: Mahn doostaht doh-rahm
Irlandês: Taim i ngra leat
Islandês: Eg elska thig
Italiano: Ti amo
Japonês: Ai shiteiru
Javanês: Kulo tresno
Latim: Te amo
Libanês: Bahibak
Mandarim: Wo ai ni
Norueguês: Eg elskar deg
Persa: Doo-set daaram


e pronto :)) 31

Português (Portugal): Amo-te

(estas não contam, são repetidas,lol)
Russo: Ya tebya liubliu
Sueco: Jag a lskar dig
Tcheco: Miluji te
Turco: Seni seviyorum
Vietnamita: Toi yeu em
Yiddish-Ich libe dich
Zulu: Mena tanda wena

quarta-feira, 6 de abril de 2011

os homens estão em crise

Em cada dois casamentos, um acaba em divórcio. No ano passado, houve em média 72 divórcios por dia. São números bombásticos, confirmados pela nossa vida de todos os dias. Ainda existe a tendência ‘tradicional’ que diz que são as mulheres que rompem. Mas, ultimamente, assiste-se também a ruturas masculinas na faixa dos 30, em que elas são apanhadas de surpresa. Fui portanto procurar um dos meus gurus, a terapeuta de casal Margarida Vieitez, diretora do Espaço Família, que todos os dias, há anos, ouve as desgraças de casais que com ela desabafam. Expus-lhe o meu fardo alheio de relações destroçadas, principalmente o caso dos desertores de 30 anos. "São homens que já passaram por muitas experiências, e estas influenciaram a forma como se comportam", explica Margarida. "Envolverem-se sexualmente não é problema, mas têm muito medo de se envolver emocionalmente e de se magoarem outra vez."
Então, mas essa ‘crise dos 30’ não corresponde a uma segunda adolescência em que eles percebem que estão a perder 68 milhões de outras mulheres e entram em pânico? "O homem continua predador, adora a adrenalina da conquista. Depois da paixão, as mulheres arrumam a relação ao lado da casa e do carro, e eles já estão noutra."

Pronto, está explicado, é a adrenalina, posso-me ir embora? Hmmm. A Margarida não desiste com essa facilidade. "Esses homens que andam a saltar de relação em relação, ou de frustração em frustração, sentem-se muito inseguros emocionalmente. Porque também não é isto que eles querem, esta frustração permanente." [ai coitadinhos] "E passado um, dois, três anos de segunda adolescência, de andarem com várias pessoas, isso pode fazê-los deixar de acreditar no amor." Conta-me o caso de um homem de 50 anos que gosta imenso de uma mulher com quem namora há três anos. Passou por um casamento longo que o marcou profundamente porque foi traído. Neste momento, ela quer casar-se porque tem 40 anos, e ele está a viver o maior dilema da vida dele, porque não quer ter mais filhos e tem muito medo de se envolver outra vez.
"Eles chegam a uma idade que não querem mais compromissos, chatices e problemas. Uma relação pode ser ‘um problema’. E quanto mais velhos são, mais medo têm. Para já, têm imenso medo de serem traídos!"
Eles ainda querem ser heróis
Entregarem-se a outra pessoa implica serem vistos como são, com as suas falhas e os seus defeitos, e eles não querem isso: "Claro. Eles são heróis! [ri] Foram educados para isso, e têm muito medo que a mulher deixe de os ver assim." Não se pode ter uma relação com alguém e permanecer um herói? "Claro que não, porque é uma máscara que, mais dia menos dia, vai cair. Eles não querem entregar-se porque são frágeis, não sabem lidar com as emoções, fogem de tudo. Homens e mulheres são muito diferentes, e estão a distanciar-se cada vez mais porque não conseguem perceber essas diferenças. E, depois, sentem-se ambos sozinhos e carentes, o que piora as coisas."
Muitas vezes, o casal desavindo não se separa. Por várias razões deixam-se ficar fisicamente juntos, mas mantendo relações paralelas com outras pessoas. "Para muitos homens, estas relações paralelas funcionam como balões de oxigénio", explica Margarida. Já estão a imaginar os equívocos que estas situações podem criar. A pessoa com quem eles têm essas relações ‘de oxigénio’ pode criar expectativas que eles não têm intenção de cumprir. "A maioria não sai do casamento", nota Margarida. "Imagine que alguém entra num desses balões de oxigénio e começa a envolver-se até estar perdidamente apaixonado: mesmo assim, eles não saem do casamento, porque não têm coragem!"
Voltar para a ‘ex’
Ora bem, imaginemos que o homem sai de casa (ou é posto fora…): rapidamente arranja uma substituta. E rapidamente a substitui por uma segunda. Depois disso, "alguns até voltam para a ex enquanto não encontram outra", nota Margarida. "Quando eles voltam para as ex, na verdade estão a voltar para a mãe! Empregada/mãe! Não são capazes de se aguentar sozinhos. É muito cómodo, e como têm um enorme sentimento de culpa em abandonar a mulher ou os filhos, facilmente voltam. E elas aceitam-nos, sim. Até que eles lhes deem outra vez um pontapé, porque a maioria destas relações de volta não resultam: a confiança está quebrada, o respeito muitas vezes também, perdoar uma traição não é fácil, e cada discussão será um reacender do passado."
Então, e que futuro é que prevê para esta negra comédia de enganos? "Ou aprendem a entender-se ou daqui a uns anos vamos estar todos a viver separados em casas diferentes. As pessoas estão cada vez mais descrentes de que é possível encontrar uma relação onde se sintam bem." Porquê? "Porque não fazem nada para isso." ´
Completamente alienados
Ai… De repente lembro-me daquela frase que o Solnado costumava dizer, ‘neste país todos querem ser Camões, mas ninguém quer ser zarolho’: as pessoas querem as coisas boas de uma relação mas ninguém quer fazer nada para isso.
"Não, nada", confirma Margarida. "Não lutam, não se esforçam, não investem na relação, não fazem nada. Imagine que aos homens tenho que lhes ensinar a surpreender as mulheres! Digo-
-lhes o que é que hão de fazer, e eles ficam pasmados, porque não percebem qual é o objetivo! Se eu lhes pergunto de que é que a mulher gosta, não fazem ideia. Um deles lá disse uma vez que a mulher gostava de flores. Então leve-lhe um ramo, disse-lhe eu. Na consulta seguinte, perguntei-lhe: ‘Então, ofereceu flores à sua mulher?’ Não, não tinha oferecido nada. Uma coisa tão simples…"
É porque têm medo de fazer figuras tristes? "Não. É porque são completamente tapados. Acham que não é preciso, que é uma superficialidade, que é um romantismo inútil."
O problema é a base de raciocínio. Os homens são criaturas racionais, e o raciocínio deles é lógico: temos uma relação, ponto. Está lá, e não têm que fazer nada para isso. "Só fazem alguma coisa quando elas começam a falar de divórcio. Aí, eles ligam as antenas, mas também fazem muito pouco, porque não sabem e não estão habituados. Quando elas batem mesmo com a porta, aí é que eles acordam. E não percebem porquê! Quando elas andaram anos a dizer preciso que venhas mais cedo e que me dês mais atenção, eles não ligaram nenhuma. E depois perguntam porquê! Andam completamente alienados."
A linguagem do amor é feminina
Outro problema: eles têm muita dificuldade em falar sobre afetos. "A linguagem do amor é dominada pelas mulheres", nota Margarida. Mas eles não a dominam porque é uma ‘arte’ recente no mundo masculino, não é? Só há pouco tempo é que se espera dos homens que compreendam as mulheres: "Eles já não sabem qual é o papel deles. Elas dizem ‘ou me fazes sentir amada ou não te quero’. E eles ficam perdidos. E, portanto, fecham-se como o caracol, ou vão tendo relações umas atrás das outras, que não lhes exigem nada mas que também não lhes dão nada."
Há quem seja ainda mais duro: ‘Os portugueses são analfabetos sexuais… e emocionais’ é o bombástico título do livro de Manuel Damas, presidente do Centro Avançado de Sexualidades e Afetos. "Os portugueses têm cada vez mais receio das emoções e dos afetos. Ouvir dizer ‘amo-te’ hoje em dia assusta. Mas asfixia muito mais a suposta obrigatoriedade de ter de o dizer, e geram pavor os condicionalismos que se supõe estarem implicados."
Amar é visto como complicado, "basicamente, porque dá trabalho, preocupações, dúvidas, mágoas, desistências". Implica "frontalidade, capacidade negocial, veracidade, franqueza, diálogo". Problema: todo o diálogo exige saber ouvir. "Logo para o português, que, acima de tudo, gosta de falar e pouco de ouvir, ainda por cima de forma atenta." E se não estamos dispostos a perder tempo com o outro, a parte sexual, obviamente, não pode funcionar bem: "O português acha-se o campeão do engate e ai de quem se atreva a duvidar e, acima de tudo, a expor minudências… mas a mulher portuguesa é, muitas vezes, mal amada. O português tem medo de não ser capaz, de ser um incompetente em termos afetivos, mas, acima de tudo, tem sérias dúvidas e inseguranças, jamais confessadas, no campo das sexualidades."
que querem os homens?
Resumo: "Somos, efetivamente, analfabetos emocionais. Porque não sabemos construir relações afetivas. Porque temos receio dos relacionamentos. Porque temos medo do fracasso e, acima de tudo, temos pavor da traição."
Margarida concorda: "Eles têm imenso receio de serem traídos, porque acham que as mulheres são dissimuladas. Para se envolverem, preferem uma amiga, que já conhecem e em quem confiam."
Andamos todos a enganar-nos uns aos outros. "Eles não percebem o que as mulheres dizem. Elas a eles percebem-nos melhor, mas também têm dificuldade. E passam a vida a dar um ao outro aquilo que querem para si próprios! Enquanto isto acontecer, vão continuar separados…"

domingo, 27 de março de 2011

Lombos de Peixe com Banana

INGREDIENTES:
400 g de lombos ou filetes de peixe sem pele nem espinhas (solha, linguado, pescada,...espada preto)
sal e pimenta
sumo de limão
2 a 3 dentes de alho
margarina
1 a 2 bananas
pão ralado


 
PREPARAÇÃO:
Ligue o forno e regule-o para os 220°C. Tempere os lombos de peixe com sal, pimenta, sumo de limão e os alhos esborrachados. Aloure rapidamente o peixe de ambos os lados num pouco de margarina e coloque num tabuleiro de forno, (se o recipiente onde os alourou puder ir ao forno, não precisa de os mudar). Por cima disponha as bananas descascadas, abertas ao meio e cortadas ao mesmo comprimento do peixe. Polvilhe abundantemente com pão ralado. Por cima espalhe bocadinhos de margarina e leve a gratinar entre 15 a 20 minutos. Enquanto o peixe está no forno aproveite para preparar o acompanhamento que pode ser massa, arroz ou batatas cozidas e claro, inclua também uma salada ou legumes cozidos.

sábado, 12 de março de 2011

Se calhar, nunca te amei!!!

JÁ NÃO TE AMO

SE CALHAR, NUNCA TE AMEI

RECEIO TER-SE APAGADO A CHAMA QUE ME DEU FORÇA PARA SONHAR DURANTE  VÁRIOS ANOS

sábado, 19 de fevereiro de 2011

o regresso

Após este interregno de um mês, motivado por uma preguiça indiscritível, sinto-me na obrigação de prestar contas aos estimados leitores (eu e mais dois, parece-me) sobre tão prolongada ausência. Verdadeiramente, quase me esquecia da password, tal é o entusiasmo que mantenho pela escrita internética, e, tambem não tenho tido muita inspiração para postar para a eternidade as reflexões filosóficas regurgitadas pelo meu singular e admirável cerebro.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Hoje recebi Flores!...

Hoje recebi Flores!...  


Não é o meu aniversário ou nenhum
outro dia especial; tivemos a nossa primeira
discussão ontem à noite e ele me disse muitas
coisas cruéis que me ofenderam de verdade.

Mas sei que está arrependido e não as disse
a sério, porque ele me enviou flores hoje.
E não é o nosso aniversário ou
nenhum outro dia especial.


Ontem ele atirou-me contra a parede e
começou a asfixiar-me. Parecia um pesadelo,
mas dos pesadelos acordamos e sabemos
que não são reais. Hoje acordei cheia de dores e
com golpes em todos lados.
Mas eu sei que ele está arrependido, porque me
enviou flores hoje. E não é Dia dos Namorados
ou nenhum outro dia especial.

Ontem à noite bateu-me e ameaçou matar-me.
Nem a maquiagem ou as mangas compridas

poderiam ocultar os cortes e golpes que me

ocasionou desta vez. Não pude ir ao emprego
hoje porque não queria que percebessem.
Mas eu sei que está arrependido porque ele

me enviou flores hoje. E não era Dia das Mães
ou nenhum outro dia especial.

Ontem à noite ele voltou a bater-me,
mas desta vez foi muito pior. Se conseguir

deixá-lo, o que é vou fazer? Como poderia

eu sozinha manter os meus filhos?
O que acontecerá se faltar o dinheiro?
Tenho tanto medo dele!
Mas dependo tanto dele que tenho medo
de o deixar. Mas eu sei que está arrependido,

porque ele me enviou flores hoje.

Hoje é um dia muito especial:
É o dia do meu funeral.
Ontem finalmente conseguiu matar-me.

Bateu-me até eu morrer.

Se ao menos eu tivesse tido a coragem e a
força para o deixar... Se tivesse pedido ajuda
profissional... Hoje não teria recebido flores!

Procura-se Um Amante

Procura-se Um Amante
Autor Desconhecido

Muitas pessoas têm um amante e
outras gostariam de ter um.
Há também as que não têm, e as
que tinham e perderam.

Insônia, apatia, pessimismo, crises
de choro, ou as mais diversas dores.

Geralmente são essas últimas as que
vêm ao meu consultório para me contar
que estão tristes ou que apresentam
sintomas típicos de:

Enfim, são várias as maneiras que elas encontram 
para dizer que estão simplesmente perdendo a esperança.

Elas me contam que suas vidas transcorrem de forma monótona e sem perspectivas, 
que trabalham apenas para sobreviver 
e que não  sabem como ocupar seu tempo livre.

Elas já esperam o diágnostico de depressão e a
inevitável receita do anti-depressivo do momento...

Mas, ápos escutá-las atentamente, eu lhes digo que
na verdade precisam é de um AMANTE!

Como é possível que um profissional se atreva a
sugerir uma coisa dessas?
- pensam chocadas, escandalizadas.

Mas eu explico que AMANTE é "aquilo que nos apaixona".

É o que toma conta do nosso pensamento antes de pegarmos no sono 
e é também aquilo que, às vezes,
nos impede de dormir.

O nosso AMANTE é aquilo que nos mantém distraídos
em relação ao que acontece à nossa volta.

É o que nos mostra o sentido e a motivação da vida.

Às vezes encontramos o mesmo amante em outro parceiro,
outras, em alguém que não é o nosso parceiro, 
mas que nos desperta as maiores paixões e sensações incríveis.

Também podemos encontra-lo na pesquisa científica ou na literatura, 
na música, na política, no esporte, no trabalho, 
na necessidade de transcender espiritualmente, 
na boa mesa, no estudo ou no prazer do passatempo predileto...

Enfim, é "alguém" ou "algo" que nos faz "namorar" a vida 
e nos afasta do triste destino de "ir levando".

E o que é "ir levando"?

Ir levando é ter medo de viver.

É o vigiar a forma como os outros vivem, 
é o se deixar dominar pela pressão, 
perambular por consultórios médicos, tomar remédios multicoloridos, 
afastar-se do que é gratificante,

Observar decepcionado cada ruga nova que o espelho mostra,
é se aborrecer com o calor ou com o frio, com a unidade, 
com o sol ou com a chuva.

Ir levando é adiar a possibilidade de desfrutar o hoje, 
fingindo se contentar com a incerteza 
e frágil ilusão de que talvez possamos realizar algo amanhã.

Por favor, não se contente com "ir levando"; procure um amante,
seja também um amante e um protagonista...

pensamentos puros

Sexo prolongado: 11 dicas para ignorar o orgasmo e fazer amor por horas

Sexo prolongado: 11 dicas para ignorar o orgasmo e fazer amor por horas

 Uma leitora reclama que seu parceiro não aguenta muito tempo de penetração. Um leitor escreve relatando que, se está muito excitado, não consegue segurar a ejaculação e depois, enfraquecido, prolonga o sexo como dá. Ambos se surpreendem com a idéia do homem não ejacular e guardar energia para a próxima noite. Foi por isso que resolvi reunir algumas sugestões para ajudar a mudar esse cenário. Não quero, contudo, criticar a famosa rapidinha ou o sexo cotidiano de 1 hora, apenas descrever outra possibilidade.

Antes, alguns esclarecimentos. Quando falo “sexo prolongado”, tenho em mente um casal que fica mais de 3 horas transando – com breves interrupções para carinho, conversa, hidratação e alimentação – sem contar preliminares como jantar e dança. Nada demais, mas recentemente descobri que não é uma experiência presente em todas as camas.
Por “ignorar o orgasmo”, me refiro a transar sem dar nenhuma importância ao orgasmo e continuar mesmo depois de gozar. Como isso é raridade no universo masculino (mesmo para quem consegue, a potência é bastante reduzida na segunda vez), recomenda-se que o homem evite ejacular, enquanto as mulheres ficam liberadas para gozar o quanto quiserem.
Ao montar a lista, evitei dicas óbvias como “façam alguma atividade física” (claro, é muito melhor se ambos praticam algum esporte, dança, ioga ou arte marcial), “alternem lugares e posições sexuais” (maravilhoso se usarem a bancada do escritório, a mesa da cozinha, a escada do prédio, de quatro, de ladinho, em pé) ou “usem várias camisinhas” (espero que meus leitores já sejam mestres na arte de espalhar camisinhas pelo chão).
Muitas sugestões são direcionadas aos homens pois nunca encontrei uma mulher que não estivesse pronta para mais de 3 horas de sexo irrestrito. Além das dicas que se aplicam a ambos, deixei uma sugestão de jogo para as meninas que desejam enlouquecer a mente de seus parceiros. Dividi em “Antes” e “Durante”. Para “Depois” indico uma promoção perfeita para quem, como eu, deseja trocar o apê por um bangalô.
Por fim, não confundam: nada disso é sexo tântrico. Tantra é outra coisa.

ANTES…

1. Não ejacule por 2 ou 3 dias

Duas constatações do homem que observa seu funcionamento sexual: a ejaculação desperdiça energia vital, diminui a qualidade da ereção e o desejo de atravessar e penetrar sua mulher. Se você respeita sua mulher, fique 3 dias sem ejacular antes de encontrá-la. Naquele fim de semana em que vocês não se desgrudam, deixe para ejacular apenas no fim do domingo, ou melhor, não ejacule e inicie a semana com 100% de vigor. Ejacular deve ser um ato consciente e não uma necessidade. Para aguentar mais de 3 horas de sexo, direcione a energia acumulada e mantenha potência total até levar sua mulher à exaustão. Ainda assim, você tem a liberdade de não ejacular, o que muitas vezes acontece simplesmente porque ela, depois de gozar várias vezes, acaba dormindo.

2. Sente-se imóvel em silêncio

Para não reagir ao impulso de gozar e aprender a ficar presente, sem cair em pensamentos e emoções autocentradas que tensionam nosso corpo (o que só aumenta nossa necessidade de ejacular para liberar o stress), existe o milenar método da meditação. É bastante simples: sente-se e fique imóvel em silêncio por uns 15 minutos. Observe como nossa mente é arrastada por vários pensamentos e como a energia de nosso corpo oscila. Com a prática, você treina liberdade frente aos impulsos, estabiliza a energia e intensifica sua presença no mundo, algo que aprofundará o prazer na cama.

3. Aja como se já estivesse na cama

O melhor jeito de fazer sexo sem fim é não colocar um começo. Antes do beijo, longe da cama, eles se movem como se já estivessem deitados transpirando a noite. Ou seja, fazem amor com todas as coisas ao redor, deliciam-se com o vinho, piscam de prazer. Ele toca nas coisas como se estivesse tocando nela: com firmeza e delicadeza, sabendo o que está fazendo e para onde vai, mas sem pressa alguma de chegar. Ela abre o sorriso como se estivesse tirando a saia. Então, quando ele começa a penetrá-la, ambos tem a certeza de que aquilo já estava acontecendo. Aí o difícil é descobrir como terminar aquilo que nunca começou.

4. Se não estiver disposta(o), nem comece

Não temos a obrigação de finalizar uma noite quase perfeita com sexo. Se chegamos cansados, é melhor dormir do que fazer um sexo displicente, sem vigor, apático. Se a mulher está animada, o homem pode tomar um banho gelado para ficar no ponto (acredite, fazemos isso). Se é o homem que está pronto, a mulher pode se deixar levar até ficar excitada e pedir pela penetração. No entanto, nem sempre isso acontece naturalmente – e se há esforço, é melhor deixar para depois. O ponto é não aceitar nada menos do que um sexo vigoroso, atento, com total presença de ambos.

DURANTE…

5. Respire profundamente e absorva o outro

Enquanto algumas mulheres fazem uma respiração pulmonar, superficial, agitada durante o sexo, muitos homens não sabem que soltar a barriga é um dos melhores modos de prorrogar a ejaculação. Sem vergonha, ambos podem perder a pose e respirar profundamente pelo abdômen durante o sexo. A contração usual da barriga deve ser transferida para os músculos pélvicos. Em vez de reter, meter. Aceitação sem filtros, a respiração é nosso grande convite ao outro e à vida: “Traga o que quiser, venha como vier: eu vou te abocanhar, engolfar e absorver tudo até te devolver, completamente transformada, a si mesma”.

6. Não tente controlar o orgasmo

Com a prática da respiração consciente, descobrimos que podemos nos movimentar freneticamente como animais e, ao mesmo tempo, respirar lentamente como deuses. Tal estabilidade gera o destemor que precisamos para chamar o mais intenso prazer. Avançar até o orgasmo em vez de evitá-lo. Para não ejacular, não fique se controlando. Quando você coloca um limite, todos os estímulos se tornam perturbadores e o empurram ao orgasmo. Nas preliminares, faça o teste das cócegas: se uma leve carícia, na axila ou na cintura, o fizer tremer como uma criança, respire e aprofunde sua entrega sensorial. O mesmo vale para as mulheres.
O caminho é inverso: vá até o fim, relaxe, se solte, permita que o prazer aumente em vez de impedi-lo e travá-lo. Para homens: quando sentir que for gozar, pare um pouco, troque de posição e continue até adquirir confiança para ultrapassar o ponto no qual você estava acostumado a se desesperar. Para mulheres: veja se gosta de segurar por muito tempo ou, se isso a distanciar do orgasmo, goze várias vezes enquanto ele treina não ejacular.
Para o casal, eis o processo rumo a níveis mais profundos de prazer: onde antes tremíamos em uma experiência de pico, agora repousamos em um céu de gozo sem origem, fim, eu, outro, dentro ou fora. O pico do prazer, se quiser ser considerado orgasmo, terá de ser cada vez mais arrebatador para conseguir nos fazer cair, desfalecer, estremecer.

7. Proponha o jogo da ereção constante

Se hoje gozamos facilmente, é porque ainda não entendemos o jogo. Caso contrário, não trocaríamos horas de prazer revitalizador por horas de cansaço sonolento. Faríamos de tudo para evitar que o orgasmo acabe com a brincadeira. Pois bem, para reconhecer um jogo, invente e simule-o até perceber que ele sempre esteve ali. Quando seu marido chegar em casa, diga que você não o deixará descansar por 3 horas seguidas. Então use mãos, peitos, lábios e pés para sustentar a ereção dele nos intervalos entre uma penetração e outra. A idéia é que ele não caia por nem um minuto.
Depois de meia hora, se você der sorte, ele terá ultrapassado vários picos de prazer e estará em uma condição livre, imperturbável. Nada no mundo consegue chacoalhar um homem assim – presente, lúcido, desperto. Acredite, você vai ter de implorar para ele gozar. Talvez você se coloque de joelhos, não por prazer, mas por cansaço: para fazê-lo parar. ;-)

8. Abuse do K-Y

Quando o casal descobre a diversão escondida logo depois das primeiras tentativas que o orgasmo faz para nos tirar do jogo, ou quando explora a diversão escondida logo atrás, entra em cena o famoso k-y Já que a lubrificação natural não dá conta de 5 horas de penetração, algum homem bom de cama sentiu necessidade de inventar uma substância parecida com as secreções de prazer que soltamos naturalmente. Tenho certeza que o primeiro slogan do produto foi:k-y (isso é uma brincadeira, mas ficaria feliz se essa frase fosse utilizada em uma campanha). Falando nisso, deixei um link abaixo para você aprender a usar seu K-Y de outro modo.

9. Faça intervalos

Junto com a diversão, podem surgir alguns problemas. Eu mesmo já passei mal, vi cores no escuro do quarto, alucinei e quase desmaiei durante uma noite dessas. Como nossa mente não é estável, brincar com a energia sexual nem sempre é saudável. Para evitar ocorrências do tipo, recomendo intervalos regulares para tomar água e comer frutas ou castanhas. Algo leve. Você pode tentar aproveitar o tempo para ficar um pouco longe dela, mas não vai adiantar: “Amor, traz chocolate?”.

10. Saiba brochar

Todo mês, em qualquer banca de revistas, temos acesso a 181 técnicas (sempre inéditas!) para produzir super orgasmos múltiplos de 10 minutos em sua mulher. Desconfio que isso vem trazendo um pouco de ansiedade para nossa mente masculina. Nada que não seja simples de superar. Lembre-se que não temos responsabilidade alguma sobre o prazer das mulheres. Não há problema algum em falhar por completo. Desculpas e justificativas são desnecessárias.
Anote aí sua frase de redenção: o orgasmo é a coisa mais brochante do mundo! Demorou para abrir a camisinha, a boca dela não colaborou, o cansaço se impôs, a mente ficou confusa… Tudo isso pode ser rapidamente revertido, mas é muito difícil se levantar depois de ejacular. Para se recuperar de uma brochada, basta reconhecê-la e não tentar se livrar da situação desconfortável. Jogue a camisinha no chão, desista de tentar, aceite a derrota e sorria. Se não fizer isso, aí sim cairá em uma brochada clássica irremediável. Se, ao contrário, rir e se soltar, de repente suas mãos estarão passeando no corpo dela e a situação toda se levantará de novo.

11. Durante o prazer intenso, foque o outro

É muito comum encontrarmos mulheres e homens que, para gozar, se concentram em suas próprias sensações e até fecham os olhos, enclausurados, contraídos, como adolescentes em seus primeiros orgasmos. Para evitar que o sexo se transforme em uma masturbação a dois, o caminho é o inverso. Quando estiver se perdendo dentro de si mesmo, direcione seu olhar ao outro, ofereça seu prazer, mergulhe, solte, arranhe seu homem, enfie, enterre, meta com mais força em sua mulher. Só gozamos quando estamos distraídos acompanhando nossas sensações.
Diante de nossa experiência sensorial e subjetiva, temos duas opções: reprimir e controlar ou ceder e gozar. Ambas acabam com o prazer. A verdadeira saída da prisão adolescente está diante de nossos olhos: a experiência sensorial e subjetiva do outro. Ficamos presentes e abertos ao prazer na medida em que adentramos nosso parceiro e nos liberamos do autocentramento. É possível respirar o outro para dentro, fazer sua energia circular em nosso corpo e, simultaneamente, penetrar o outro e sentir por dentro e para além dele. Em uma posição, estremecemos e enlouquecemos (choramos e sorrimos) quando somos possuídos. Em outra, avançamos furiosos quando atravessamos e rendemos o outro.
A fúria mansa masculina e a doce loucura feminina nos levam para além do orgasmo. É esse o verdadeiro prazer (inseparável do que chamamos de amor): ficar presente, sentindo tudo, completamente aberto. Se o homem se abre para as sensações da mulher, a ereção não oscila. Se a mulher se abre para a potência que vem dele, ela se sente penetrada para além do corpo. Só esse gozo é capaz de realmente satisfazê-la.

sexo tântrico

10 dicas para praticar sexo tântrico

Usando todas ou pelo menos algumas dessas táticas você irá melhorar a qualidade da transa sem dúvida

Ouvir falar claro que você já ouviu. E já fica babando imaginando coisas... Porém, o sexo tântrico é mais dos que as pessoas imaginam. A terapeuta sexual Elen Louise, do Rio de Janeiro, explica que “a prática sexual pregada pelo tantrismo é uma filosofia indiana que vê na relação sexual um meio de ascensão espiritual. Assim é dado todo valor à estimulação dos cinco sentidos e ao retardamento do orgasmo”, explica ela.

Para incluir essa técnica no seu dia-a-dia, é preciso conhecer exercícios de respiração e meditação, valorizando mais as preliminares, curtindo a relação e tentando retardar o orgasmo ao máximo. “Ter em mente de que a relação sexual é divina seria um bom passo para nos aproximarmos do sexo tântrico”, aconselha ela.


1. Uma transa tântrica deve durar pelo menos duas horas. Por isso, exagere nas carícias e treine segurar ao máximo o orgasmo. Por isso, a penetração não deve ser tão breve.

2. Para o tantrismo, existem cerca de 600 mil de pontos a serem explorados no corpo. Então, o negócio é explorar, pois com certeza você não conhece todos.

3. Nada de agressividade e sexo por sexo. Muitos carinhos e romantismo é a regra.

4. Na hora da penetração, nada de pressa. A dica é introduzir apenas dois centímetros e manter o pênis parado por um minuto. Depois tirar e esperar um pouco para repetir.

5. Depois de praticar isso por cerca de 15 minutos (ou mais), as posições começam (veja abaixo). Vá fazendo cada uma delas, depois dê uma pausa e volte às carícias.

6. Esqueça a ideia de que o orgasmo é o objetivo do sexo. Só assim você poderá aproveitar melhor a transa e, na hora do gozo, ele será muito mais prazeroso.

7. Os hábitos de vida saudável e a flexibilidade do corpo são itens obrigatórios para que o casal seja capaz de praticar o sexo tântrico.

8. Previna-se para que vocês não sejam interrompidos, o telefone não vai tocar e nada vai acontecer. Prepare um ambiente com música suave e relaxe...

9. Estudando a fundo a cultura e praticando com perfeição, certamente você terá um orgasmo indescritível. Porém, aprender um pouco sobre o sexo tântrico já é bem eficaz para melhorar o sexo.

10. A pressa é a principal inimiga do sexo tântrico. Duas horas é o mínimo que uma transa deve durar. Porém, não há limite máximo... Por isso, durante a transa, faça pequenas pausas para se recuperar.


Posições para penetração

- O casal começa sentado, um de frente para o outro com os braços apoiados no chão atrás do corpo e a penetração é lenta e não muito profunda

- O próximo passo é a penetração total, ainda na mesma posição, o que exige bastante esforço da mulher, com as pernas bem afastadas. Para facilitar a penetração, ambos ficam bem próximos e com as pernas erguidas. Ainda sentados, os abraços apertados e as carícias são recomendados

- A Postura de Kali é, basicamente, com a mulher sentada de cócoras sobre o homem, movimentando o corpo em círculos. Ele ou ela podem estimular o clitóris para ampliar o prazer

- Ainda com a mulher sobre o homem, ela aproxima do seu rosto os seios e exibe o corpo

- Para ter uma penetração profunda, a mulher pode colocar as pernas nos ombros do homem

- O homem, apoiado no chão, penetra a mulher por trás. É a vez dele dominar a situação.

- O homem deita-se de lado e a mulher, também de costas, abraça a cintura do homem com as pernas. Ele, por sua vez, mantém as pernas unidas entre as dela. Essa é a posição das tesouras



segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

O sexo entre as mulheres

Sexo entre mulheres é algo bem maior do que o senso comum sugere
Quem nunca passou por esta situação: você está numa roda de amigos e amigas, sendo você a única lésbica, conversando sobre sexo, e então um deles pergunta “Mas sabe o que eu não consigo entender? O que duas mulheres fazem na cama?” E todos te olham como se essa fosse a dúvida mais normal do mundo…
Toda vez que me perguntam isso fico sem entender. Não acreditava ser possível as pessoas terem uma visão de sexo tão estreita assim. E isso não inclui somente os heterossexuais: vários gays já me fizeram esta pergunta.
Mas uma cena do The L Word me mostrou que esta é uma visão generalizada. Na cena, Tim (ex-marido de Jenny), ao confrontar Marina sobre o flagra que havia dado nas duas, pergunta se o que duas mulheres fazem na cama pode ser considerado sexo. Marina, sem perder a pose, responde: “Você viu, pode responder por mim.”
Percebi então que o que o senso comum considera como sexo é quase que simplesmente o tempo decorrido entre a penetração do pênis e o gozo. Tudo o que acontece antes e depois disso é considerado preliminar ou supérfluo. E tudo o que acontece sem um pênis não é considerado sexo.Intrigada, fui pesquisar no dicionário (Aurélio e Houaiss):
Sexo: sensualidade, lubricidade, volúpia, sexualidade.Fazer sexo: copular, fazer amor.Copular: unir, ligar, juntar.
Confirmei então minhas suspeitas: o que o senso comum considera como sexo é algo bem menor do que a própria definição do termo sugere. E percebi que nós, lésbicas, somos privilegiadas. Simplesmente porque quando nos relacionamos com outra mulher, já fugimos do senso comum, dos padrões, do que é pré-estabelecido. Temos que ser criativas, abertas, descobrir diversas formas de dar e obter prazer que vão muito além daquele feijão com arroz que a maioria acha que é sexo.
Aprendemos a usar como órgãos sexuais várias outras partes do corpo além da vagina. Aprendemos a usar maravilhosamente as mãos, a boca, os dedos, a língua, as pernas. Aprendemos que o corpo todo deve estar envolvido numa relação sexual, e que podemos sentir prazer com todas as partes dele. E também que existem centenas de acessórios que podemos comprar para provocar sensações diversas.
Mas podemos ir mais fundo nos significados de “fazer sexo”. Se analisarmos as definições acima, podemos considerar sexo todas as preliminares, desde o primeiro beijo. Uma vez que duas garotas estão juntas e existe uma ligação, uma conexão, uma troca, a partir deste momento podemos dizer que o sexo já está acontecendo…
Isso é o mais maravilhoso: perceber que o “fazer sexo” não começa na cama (ou na mesa, no elevador, no chão, dependendo da fantasia de cada uma), mas sim na hora em que o desejo surge. E isso a grande maioria de nós, lésbicas, já percebeu. Porque a natureza das nossas relações faz com que ampliemos nossa visão de sexo e aprendamos a sentir prazer de infinitas outras formas além da tradicional.
Não que todas as relações lésbicas sejam profundas… Mas em todas as relações lésbicas existe, sim, uma ampliação da visão do sexo e do prazer.

E isso, por si só, já faz toda diferença. E é por isso que amo mulheres.